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Empresa Flexivel

EMPRESAS FLEXÍVEIS CONSEGUEM MELHORES RESULTADOS

Na linguagem popular, a expressão “chupar cana e assobiar”, caracteriza uma pessoa capaz de fazer coisas incompatíveis simultaneamente.   Nos dias atuais, a geração chamada “Y”, antenada, que domina tecnologia com facilidade, tem características semelhantes ao ditado popular, fazendo várias coisas ao mesmo tempo, digitam textos, atendem mensagens no celular e são capazes de atender a porta da casa andando e falando no celular ao mesmo tempo.

No campo negativo, as autoridades do trânsito se preocupam porque essa geração é conectada 100% do tempo e ao dirigir não deixam de usar o celular, passar mensagens, digitando seus textos enquanto andam pelas ruas.

Mas do lado positivo, são os novos antenados, flexíveis, que trazem os modelos que as empresas podem usar, com visão mais ampla, além dos seus produtos, da sua estrutura, do seu posicionamento atual no mercado.

As consultorias empresariais quase sempre se antecipam às tecnologias, atuando de forma moderna, no foco dos projetos e nas ações dos consultores, que ao iniciar um projeto, tem suas prioridades definidas para que os resultados sejam conseguidos com maior facilidade e menor tempo.

As empresas que tem mais flexibilidade tática do que qualquer outro tipo de empresa levam vantagens no mercado, por que podem mudar o rumo de seus negócios, quando o mercado em que atuam tem problemas.

Imagine quem fabricava rodas para bondes….hoje somente em pontos turísticos, vai vender 10 rodas por ano…..

E quem investiu milhões em uma fábrica de GPS….de rádios…..de relógios, quase todos substituídos por funções dos novos smartphones, vai fechar ou ficar reduzido a pequenos nichos….

E como exemplo adicional, os fabricantes de itens para alta moda em zamac,  uma liga de metais, que dormiram no ponto, o mercado mudou, absorvido por fundos de investimento ou fusões e aquisições, com novas regras de aquisição, geralmente pelo menor preço, reduzindo o mercado a menos de 50% do volume anterior.

Alguns migraram para rede de lojas, onde as peças em zamac são autênticas semi jóias, outros para produtos promocionais que dependem de eventos cíclicos para terem demanda, outros encolheram a níveis difíceis de administrar com bons resultados.

PRINCIPAIS OPÇÕES DAS EMPRESAS FLEXÍVEIS

1.lançar um “novo” produto em um mercado que já “possui” (fazendo uso do sistema de distribuição existente, alvo de publicidade e credibilidade dos clientes para “dar carona” à sua última esperança de crescimento).

Exemplificando: as empresas de produtos de higiene e limpeza brasileiras estão lançando pequenas embalagens, considerando o crescente mercado de pessoas que moram sozinhas e também embalagens gigantes, para as famílias que gostam dos produtos, mas desejam economizar nas compras.

2.Reduzir o custo de fabricação de um produto, permitindo reduzir também o preço e consequentemente, ganhar participação de mercado.

Exemplificando: o uso de uma máquina nova, com maior capacidade, como os novos tornos CNC, que fazem centenas de peças, substituindo os antigos, que fazem dezenas por hora, trazem redução de custos por unidade, após amortizar os valores investidos.

3.Globalizar um produto, selecionando uma mercadoria de sucesso em uma determinada região geográfica e adaptando-a para vendê-la em outras regiões.

Exemplificando: as gigantes brasileiras, como Ambev, Gerdau, Grupo BRF e JBS e Gerdau, exportaram seus modelos de gestão para empresas adquiridas no exterior, levando não só novos modelos de produtos, mas também tecnologias desenvolvidas no país e modelos gerenciais mais agressivos a mercados mais acomodados.

4.Reter um bom produto até que o mercado esteja mais receptivo. Essa estratégia exige astúcia, escolha cuidadosa do momento certo e autocontrole – além da habilidade de monitorar de perto as tendências do mercado.

Exemplificando:  Os grandes varejos brasileiros que decidiram investir no mercado eletrônico entraram a passos lentos no mercado, mas alguns como Magazine Luiza foram mais agressivos e conseguiram com isso ocupar a dianteira no mercado eletrônico do setor.

5.Oferecer imitações quase espalhafatosas de um produto de sucesso fabricado por outra empresa, garantindo que o novo produto ofereça valor superior ao cliente (um preço menor ou um maior número de detalhes).

Exemplificando: no segmento de moda popular, era hábito dos coreanos há alguns anos, simplesmente copiar os modelos das vitrines das boutiques e lançá-los em versão mais popular. Hoje as próprias líderes do mercado de modas buscam no exterior modelos que possam usar no país, numa atitude similar.

6.Esquecer de todos os recursos especiais e simplesmente transformar o sucesso de outra empresa (os computadores pessoais da IBM por exemplo), em uma commodity quase genérica (os vários clones asiáticos do PC).

Exemplificando: Foi assim que a Compaq desafiou pela primeira vez a IBM, que depois vendeu sua divisão de notebooks para a Lenovo, hoje crescendo no mercado brasileiro do segmento.

7.Usar os avanços tecnológicos, substituindo matéria prima e outros insumos por outros mais modernos ou resistentes.

Exemplificando: na construção civil até há pouco e ainda nas cidades pequenas, as escoras de laje eram todas de eucalipto (madeira),hoje substituídas com vantagens pelos tubulares (metal). Essa substituição ocorre em outros segmentos, como automobilístico, onde os carburadores foram substituídos pela injeção eletrônica e outros casos.  

(Fonte: Crescer, não destruir, de Robert Tomask e Projetos de Produtividade e Gestão Empresarial realizados pelo autor).

Autor: Prof.João Mariano de Almeida, administrador de empresas, com pós em RH e mestrando em Gestão de Negócios, atuando desde 1981, em T&D (para formar e reciclar lideranças), produtividade pessoal (redução dos ciclos das atividades), produtividade empresarial (processos, problemas, decisões) e inteligência de mercado (rever marketing, expandir vendas).

É autor do kit de áudiolivros “As 10 Dicas para o Sucesso da Empresa Familiar”  e consultor da Métodos Consultoria Empresarial.

 

Publicado em 22/03/2016

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